Unidade vai se tornar policlínica e pode perder atenção primária 

O atual governo quer retirar o Centro de Saúde do Lago Sul e a população teme ficar sem assistência dos atuais serviços. A unidade Básica de Saúde nº 01 (antigo Centro de Saúde de Brasília nº 05) vai se tornar uma policlínica e alguns serviços oferecidos hoje podem ser retirados, como é o caso da […]

O atual governo quer retirar o Centro de Saúde do Lago Sul e a população teme ficar sem assistência dos atuais serviços. A unidade Básica de Saúde nº 01 (antigo Centro de Saúde de Brasília nº 05) vai se tornar uma policlínica e alguns serviços oferecidos hoje podem ser retirados, como é o caso da vacinação e atendimentos para curativos. A mudança de status da unidade que começou, em junho, pela secretaria, ainda não informou aos servidores e à população como ficarão os serviços.

Atualmente, o atendimento desta UBS inclui a atenção básica à saúde e prevê as especialidades de ginecologia, clínica médica, odontologia, nutrição e homeopatia. Por dia, aproximadamente, 150 pessoas passam pelo local. Os usuários da rede pública de saúde do Lago Sul, Mangueiral e Condomínios do Jardim Botânico estão apreensivos com a mudança iniciada pela Secretaria de Saúde sem muitas explicações.

A desinformação levou os servidores a se manifestarem na UBS e a questionarem a adoção deste novo modelo, que chega sem informações detalhadas, onde nem sequer sabem informar quais atendimentos permanecerão e quais serão incluídos. Outra dúvida é quanto ao horário de funcionamento, atualmente a UBS 1 funciona das 7h às 19h.

No Riacho Fundo, este mesmo modelo foi implantado. A criação da policlínica com novas especialidades trouxe perdas à população, como por exemplo, os serviços com curativos, à vacinação e até a farmácia que chegou a ser retirada. No Lago Sul, paira a dúvida sobre o desfecho dessa situação. A solução não é retirar do povo, e sim agregar, melhorar as condições. E com certeza, esta é a maior dificuldade do governo, entender que a população não pode e nem quer perder o básico e essencial. Não basta o caos que a população vive em busca de atendimento e serviço de qualidade? Até quando o povo terá que pagar? Chega!

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